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Como melhorar sua linguagem corporal em apresentações em 5 passos

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admin
Por Marketing

Desde as corriqueiras apresentações de trabalho na escola até as defesas de teses, todo profissional que se preze sempre esbarra na temida apresentação oral em alguma etapa da sua vida e da sua carreira. A partir do momento em que se torna o centro das atenções, seja em cima do palco ou diante de uma plateia numerosa, o profissional passa a depender da linguagem corporal para ter sucesso em sua apresentação. Segundo o escritor Pierre Weil, o corpo “fala”.

Você tem medo de falar em público? Preste atenção nestes 5 passos para não meter os pés pelas mãos na próxima vez em que tiver que se posicionar diante de várias pessoas!

Abrace a sua timidez

Mãos suando frio, ombros arqueados, olhar vago, tom de voz hesitante e pernas que não param de tremer. Tudo isso é sintoma da timidez, que pode acometer qualquer um que encare o desafio de falar em público.

Por isso, sua primeira atitude deve ser a de não negar — para você e a sua audiência — que está nervoso naquela ocasião. O público sempre responde positivamente a quem demonstra espontaneidade. Além disso, ao admitir a timidez você, aos poucos, descarrega a tensão dos ombros, evita dores de cabeça e consegue focar no que realmente interessa, ou seja, aquilo que tem a dizer.

Controle os “tiques”

Piscar excessivamente, gestos involuntários e manias como puxar os cabelos e roer as unhas são tiques nervosos. Tente controlar essas ações incômodas na hora de falar em público. Isso porque as pessoas, em geral, são dispersas por natureza e tendem a se concentrar em anomalias, por menores que elas sejam (principalmente se o tema sobre o qual estiver falando for massante).

Não deixe tudo por conta do Powerpoint

Atualmente, a edição de vídeos se popularizou tanto que é possível fazer uma super produção apenas com o auxílio do Powerpoint e o Movie Maker. Aí é que reside a grande armadilha: durante a apresentação você se inclui como espectador olhando para a tela o tempo todo.

Se não quiser que as pessoas simplesmente se esqueçam de que você está ali, não perca o contato visual com elas e deixe bem claro que o vídeo é apenas um acessório para a sua fala. Conduza os olhares, não se esconda deles!

O diálogo é sempre preferível ao monólogo. Falar muito rápido ou devagar demais, com os braços cruzados o tempo inteiro, mãos nos bolsos ou sentado atrás de uma mesa e num tom monótono, só tem um resultado: sono coletivo.

Tente fazer daquela situação a mais natural possível, travando uma conversa amena com a plateia, seja abrindo o discurso a participações ou adotando posturas amistosas, como se sentar mais próximo do público, dispensar o microfone quando possível ou até mesmo eleger uma pessoa da plateia como interlocutora.

Transmita credibilidade

No lado oposto aos tímidos, há os oradores que acabam pecando pela naturalidade. Muitas vezes se refestelam na cadeira, colocam as pernas sobre a mesa, recorrem a gírias e usam o mesmo tom de voz que adotam no dia a dia.

A coluna ereta e a voz um pouco mais empostada são parte indispensável de qualquer apresentação, por mais descontraído que seja o conteúdo dela. Isso porque o orador precisa ser capaz de transmitir credibilidade automaticamente e centralizar as atenções.

Agora que você aprendeu algumas técnicas para demonstrar autoconfiança e conseguir passar seu recado com clareza nas suas apresentações, nunca se esqueça de se familiarizar com todo o conteúdo antes de subir ao palco. Afinal, por mais que você venha a ser um ótimo orador, encante a todos com seu carisma e envolva o público com um magnetismo pessoal, não há técnica que esconda a falta de domínio do assunto sobre o qual se está falando.

Treine seu discurso e decore-o, se for necessário. Mas lembre-se: jamais leia na hora H, ou os papéis se transformarão numa bengala que denotará insegurança para seus interlocutores.

As dicas foram úteis para você? Também passa por maus bocados sempre que tem que se apresentar em público? Compartilhe com a gente a sua opinião!